11
set
o meu caminho
estou envolto nesta névoa, e tudo o que vejo são sonhos, e tudo o que anseio, perfeição. construo os meus castelos, ergo as minhas muralhas, preparo o pensar o amanhã… mas um dia, a tua flor deixa as pétalas sofrer a solidão…
Todo este tempo...
Toda a tua importância que foi crescendo
com todos os instantes que te dediquei...
E não vejo resultados...
e navego tempestades
e vou naufragar!!
Mas que caminho este trilho leva?!
Não é o meu, não é o nosso...
e dizem-me que o siga
sempre em frente
que a vida é mesmo assim...
MAS NÃO É ESTE O MEU CAMINHO!
AHHHHHHHH! que estou fora de mim, AHHHHHHHH! que não sei quem sou, onde estou, sem rumo ou norte, sem hora sem amanhã, sem ar para respirar, tudo o que digo são lágrimas, tudo o que grito são soluços, tudo o que gemo são suspiros de não saber, de não conseguir ver, de nem um passo conseguir dar nesta escuridão que me encobriu...
Ó amor lírico, metade anjo metade ave,
todo uma maravilha e um desejo selvagem!
Sim, Ó liberdade!
leva-me, colhe-me,
esventra-me ao último fulgor
pois que nada mais há em mim.
aprendi da maneira mais difícil, que não vou ter o meu final perfeito. pois alguns poemas não rimam, e algumas histórias não têm a evidência de um começo, meio e fim. a vida é sobre não conhecer, aproveitar ao máximo um momento, aventurando-se no que poderá acontecer. sedutora ambiguidade que nos cobre o paladar.
Todo este tempo...
Toda a tua importância que foi crescendo
com todos os instantes que te dediquei...
E não vejo resultados...
e navego tempestades
e vou naufragar!!
Mas que caminho este trilho leva?!
Não é o meu, não é o nosso...
e dizem-me que o siga
sempre em frente
que a vida é mesmo assim...
MAS NÃO É ESTE O MEU CAMINHO!
AHHHHHHHH! que estou fora de mim, AHHHHHHHH! que não sei quem sou, onde estou, sem rumo ou norte, sem hora sem amanhã, sem ar para respirar, tudo o que digo são lágrimas, tudo o que grito são soluços, tudo o que gemo são suspiros de não saber, de não conseguir ver, de nem um passo conseguir dar nesta escuridão que me encobriu...
Ó amor lírico, metade anjo metade ave,
todo uma maravilha e um desejo selvagem!
Sim, Ó liberdade!
leva-me, colhe-me,
esventra-me ao último fulgor
pois que nada mais há em mim.
aprendi da maneira mais difícil, que não vou ter o meu final perfeito. pois alguns poemas não rimam, e algumas histórias não têm a evidência de um começo, meio e fim. a vida é sobre não conhecer, aproveitar ao máximo um momento, aventurando-se no que poderá acontecer. sedutora ambiguidade que nos cobre o paladar.
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at quinta-feira, setembro 11, 2008
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